Há duas semanas atrás uma revista entrou em contacto comigo para fazer parte das 80 ofertas aos seus leitores a próposito dos seus 8 anos de vida. Primeiro tive a reacção arrogante tipo "nem pensar, a TOMAZ não entra em promos 2por1 - too exclusive", mas inevitavelmente fiquei a pensar nas oportunidades escondidas - promover mais a marca e o nome, fazer dinheiro (ainda que este não seja lucro), perceber se o preço é um problema, chegar a mais pessoas, etc etc etc... e no fim rematei os argumentos com "as outras 79 marcas são de topo, portanto isto é um grande elogio à TOMAZ, e claro, marcas que respeito como o Marni, Jil Sanders, Prada, etc etc etc... também entram em giveaways, descontos e promoções. Assim sendo Eliana, a rigidez de pensamento nunca foi amiga da evolução".
Isto parece tudo muito simples, fácil, pragmático e certeiro mas não é! Aliás, nestas duas semanas aconselhei-me com vários amigos, pesquisas online, estudos sobre consumo, marketing, websites e posturas de mulheres entrepreneurs de força (por exemplo, Natalie Massenet a fundadora de Net-a-Porter) que são uma verdadeira inspiração.
Nisto tudo, houve uma conversa com um amigo que me deixou deveras desconfortável, não pelo seu ponto de vista que explico já de seguida, mas com a realidade que é efectivamente posta em prática na gestão de empresas nos dias de hoje.
O raciocinio dele foi este:
Qual é a tiragem da revista semanalmente?
20 mil?
Então, 1% é 200, logo tens de vender 200 peças - estás preparada para pôr 200 peças na rua?
Se não vender 200 peças, 100 vá, a marca está com um problema e tens de perceber qual é!
A minha resposta à ultima pergunta foi - nem que não durma.
Refutei este raciocínio por várias razões:
Ponto 1 - não faço marketing analítico-financeiro.
Ponto 2 - faço marketing emocional (não existe nos livros, mas existe na minha cabeça - este marketing também é conhecido por I follow my gut)
Ponto 3 - uma marca que acabou de nascer não pode ser posta à prova desta maneira - está com um problema grave porque não vende 200 sacos numa semana (I wish!!).
Ponto 4 - fazer uma marca crescer, seja ela em modo part-time ou full-time, é como fazer crescer um ser vivo qualquer: planta, animal, pessoa ou outro ser qualquer, requer tempo, falhanços, melhoramentos e muito cuidado.
As empresas não são números manipulados numa folha de excel. Tudo o que é manipulado não é natural, logo mais dia menos dia o castelo vai abaixo.
As empresas / directores / administradores querem ganhar mais dinheiro com menos recursos e com uma crise financeira e económica instalada - o colapso é garantido.
Criar empresas / marcas é uma tarefa dura, que nos desafia a cada momento, nunca sabemos se estamos a fazer bem ou mal (nas decisões empresariais que tomamos). Tudo é um risco, podemos ser vitimas do próprio sucesso, vamos ter dias péssimos, também ganharemos muitas batalhas e, ainda que nos aconselhemos com amigos e outros estudos, as decisões são sempre nossas.
Daqui tiro um grande ensinamento - ouve sempre o que os outros têm para te dizer, seja um ponto de vista emocional ou técnico, mas quando chegar a vez de tomares a decisão, escolhe aquela que dá lógica ao teu projecto.
E já agora lembra-te sempre que nada disto é glamoroso. Sempre que sou recompensada pela imprensa (a TOMAZ já saiu na Máxima, Timout, Almanaque e DIF) estou tão cansadas, tão de rastos, tão já na tarefa seguinte que são os meus amigos e família que fazem a festa toda. Já eu limito-me a apanhar os restos dos foguetes... mas claro, sempre de sorriso rasgado e um agradecimento gigante ao universo.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
As percentagens do fracasso.
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quinta-feira, 27 de agosto de 2015
A imitação é a melhor e maior forma de elogio.
Já muito se falou e disse sobre esta ideia que a imitação é a melhor forma de elogio, contudo não deixa de nos / me afectar enquanto criativa que sou.
Criar é um processo doloroso. Há muitas questões que precisamos responder, constantemente temos que perceber se é para nós que estamos a desenhar ou para fazer dinheiro (ainda que eu me inspire em mim não deixo de precisar fazer dinheiro) mas mais importante que tudo isto é a segurança que precisamos alimentar todos os dias (e isto é deveras difícil fazer até porque somos todos humanos, ou seja, temos muitas fraquezas).
Ontem, numa passagem rápida pelo facebook vejo que uma das pessoas que trabalhou comigo e com a TOMAZ me copiou! Copiou pormenores que definem bem a minha linguagem visual - esperta, a gaja!
Fiquei chateada mas depressa me confortei com a máxima que a imitação é a melhor forma de elogio, ainda que não me interesse este tipo de elogio.
Respirei fundo muitas vezes e reconheci que não vale a pena desgastar-me com isto (até porque vai acontecer sempre) ainda que tenha vindo de uma pessoa que eu confiei - mas depressa desconfiei por algumas atitudes e por isso ter deixado de trabalhar com ela.
O que é que quero dizer com este desabafo?
1 - Só os bons são copiados
2 - Ser criativo não é uma moda nem tendência - ou és ou não és
3 - Se fores criativa/o continua a desenvolver essa caracteristica porque vais conseguir estar sempre na linha da frente
4 - Antes de confiar nos outros ou nos números, confia SEMPRE na tua criatividade
5 - Vê a copia noutra perspectiva, a do elogio
6 - Depois de veres a copia como elogio tenta perceber como é que consegues melhorar o que já fizeste (mais uma vez para estares na linha da frente)
7 - Vais ter muitos momentos de fraqueza, com vontade de desistir e de voltar ao gigante rebanho que a sociedade é - não os copies. Se és criativo/a, continua!
8 - Agarra-te à tua própria Segurança, alimenta-a com o bom e o melhor
9 - Cria, desenha, desenvolve, inova e tenta não divulgar antes de estar tudo em pedra e cal - a cópia está sempre ao virar da esquina.
Agora, copia este texto e partilha entre criativos.
Criar é um processo doloroso. Há muitas questões que precisamos responder, constantemente temos que perceber se é para nós que estamos a desenhar ou para fazer dinheiro (ainda que eu me inspire em mim não deixo de precisar fazer dinheiro) mas mais importante que tudo isto é a segurança que precisamos alimentar todos os dias (e isto é deveras difícil fazer até porque somos todos humanos, ou seja, temos muitas fraquezas).
Ontem, numa passagem rápida pelo facebook vejo que uma das pessoas que trabalhou comigo e com a TOMAZ me copiou! Copiou pormenores que definem bem a minha linguagem visual - esperta, a gaja!
Fiquei chateada mas depressa me confortei com a máxima que a imitação é a melhor forma de elogio, ainda que não me interesse este tipo de elogio.
Respirei fundo muitas vezes e reconheci que não vale a pena desgastar-me com isto (até porque vai acontecer sempre) ainda que tenha vindo de uma pessoa que eu confiei - mas depressa desconfiei por algumas atitudes e por isso ter deixado de trabalhar com ela.
O que é que quero dizer com este desabafo?
1 - Só os bons são copiados
2 - Ser criativo não é uma moda nem tendência - ou és ou não és
3 - Se fores criativa/o continua a desenvolver essa caracteristica porque vais conseguir estar sempre na linha da frente
4 - Antes de confiar nos outros ou nos números, confia SEMPRE na tua criatividade
5 - Vê a copia noutra perspectiva, a do elogio
6 - Depois de veres a copia como elogio tenta perceber como é que consegues melhorar o que já fizeste (mais uma vez para estares na linha da frente)
7 - Vais ter muitos momentos de fraqueza, com vontade de desistir e de voltar ao gigante rebanho que a sociedade é - não os copies. Se és criativo/a, continua!
8 - Agarra-te à tua própria Segurança, alimenta-a com o bom e o melhor
9 - Cria, desenha, desenvolve, inova e tenta não divulgar antes de estar tudo em pedra e cal - a cópia está sempre ao virar da esquina.
Agora, copia este texto e partilha entre criativos.
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
O mérito (não) próprio.
Há quase um mês e meio que a TOMAZ foi lançada e já vários elogios foram feitos (orgulho, muito!). Família e amigos aplaudem cada obstáculo ultrapassado e a imprensa nacional já me apresentou ao mundo com palavras bonitas - obrigada!
É claro que estas apresentações mais oficiais dão azo a mais conversa (e a um elogio mais validado) mas há sempre um senão - não da imprensa nem de mim mas de algumas pessoas que estão à minha volta.
Por várias vezes, depois dum parabéns pelas palavras da Máxima, Máxima Online e da TimeOut Lisboa, a primeira pergunta que me fazem é:
- Tens amigos nas revistas?
A esta pergunta só tiro uma conclusão: será que em Portugal o mérito (pelos vistos nunca próprio) tem sempre um amigo de conveniência?
A resposta é não! Em Portugal também somos enaltecidos pelo esforço, perseverança e qualidade do nosso trabalho, pela dedicação que pomos em cada projecto e pelo trabalho que fazemos todos os dias para mostrar que também somos capazes.
Obrigada a todos os que acreditam e àqueles que desafiam os preconceitos que só os ricos e com boas ligações é que chegam a algum lado. O mundo está à espera de mais, lancem-se sem medo!
É claro que estas apresentações mais oficiais dão azo a mais conversa (e a um elogio mais validado) mas há sempre um senão - não da imprensa nem de mim mas de algumas pessoas que estão à minha volta.
Por várias vezes, depois dum parabéns pelas palavras da Máxima, Máxima Online e da TimeOut Lisboa, a primeira pergunta que me fazem é:
- Tens amigos nas revistas?
A esta pergunta só tiro uma conclusão: será que em Portugal o mérito (pelos vistos nunca próprio) tem sempre um amigo de conveniência?
A resposta é não! Em Portugal também somos enaltecidos pelo esforço, perseverança e qualidade do nosso trabalho, pela dedicação que pomos em cada projecto e pelo trabalho que fazemos todos os dias para mostrar que também somos capazes.
Obrigada a todos os que acreditam e àqueles que desafiam os preconceitos que só os ricos e com boas ligações é que chegam a algum lado. O mundo está à espera de mais, lancem-se sem medo!
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Se as coisas correrem mal, está tudo como deve ser.
Nos sonhos (acordada) tudo corre sempre às mil maravilhas.
Tudo é perfeito, tudo encaixa, tudo é bonito e fácil. A comunicação flui sempre, não há mal entendidos e todos falamos a mesma linguagem. É assim, não é? Pois é!
Já a realidade é bem diferente:
- nada é perfeito;
- às vezes as coisas não encaixam;
- no inicio tudo é feio e nada fácil.
- a comunicação é difícil;
- há mal entendidos sem querer;
- cada um tem a sua própria linguagem.
Chegamos mesmo a achar que está tudo enguiçado! Rezamos se for preciso ainda que a religião não seja o nosso forte e todos invocamos a famosa máxima "Não acredito em bruxas mas que as há, há!"
Esta última semana tenho vivido isto tudo on repeat, tudo enguiça e tudo tem de ser refeito (várias vezes).
O segredo é nunca desesperar, nem levantar a voz muito menos culpar os outros (nem mesmo nós). Estas coisas acontecem na vida real e tentar encontrar culpados é uma perda de tempo.
Nestas situações só há uma coisa a fazer: não pensar no que aconteceu, refazer o que é preciso ser refeito (não chorar o dinheiro que se perdeu) e da próxima vez ter mais cuidado. Também é importante falar com as pessoas envolvidas e pedir que se tente fazer de outra forma, mostrando como se quer. Explicar com todas as palavras porque as dicas às vezes não são suficientes.
Ser enterpreneur é ter muito savoir fair principalmente no que toca à resolução do problema e em momento nenhum deixar que as pessoas que trabalham connosco sintam receio que volte a acontecer. E se voltar a acontecer é porque a solução não era aquela que achávamos ser. Haverá com certeza outra.
Tudo é perfeito, tudo encaixa, tudo é bonito e fácil. A comunicação flui sempre, não há mal entendidos e todos falamos a mesma linguagem. É assim, não é? Pois é!
Já a realidade é bem diferente:
- nada é perfeito;
- às vezes as coisas não encaixam;
- no inicio tudo é feio e nada fácil.
- a comunicação é difícil;
- há mal entendidos sem querer;
- cada um tem a sua própria linguagem.
Chegamos mesmo a achar que está tudo enguiçado! Rezamos se for preciso ainda que a religião não seja o nosso forte e todos invocamos a famosa máxima "Não acredito em bruxas mas que as há, há!"
Esta última semana tenho vivido isto tudo on repeat, tudo enguiça e tudo tem de ser refeito (várias vezes).
O segredo é nunca desesperar, nem levantar a voz muito menos culpar os outros (nem mesmo nós). Estas coisas acontecem na vida real e tentar encontrar culpados é uma perda de tempo.
Nestas situações só há uma coisa a fazer: não pensar no que aconteceu, refazer o que é preciso ser refeito (não chorar o dinheiro que se perdeu) e da próxima vez ter mais cuidado. Também é importante falar com as pessoas envolvidas e pedir que se tente fazer de outra forma, mostrando como se quer. Explicar com todas as palavras porque as dicas às vezes não são suficientes.
Ser enterpreneur é ter muito savoir fair principalmente no que toca à resolução do problema e em momento nenhum deixar que as pessoas que trabalham connosco sintam receio que volte a acontecer. E se voltar a acontecer é porque a solução não era aquela que achávamos ser. Haverá com certeza outra.
terça-feira, 7 de julho de 2015
Uma semana de vida intensa (com choro, fome e algumas birras).
Faz hoje uma semana que a TOMAZ foi lançada. Por esta hora estava sentada junto ao Tejo com uma amiga a beber um vinho branco já morno (ainda que tenha levado um cooler - e uns copos de vidro, pois claro!), a levantar o copo ao novo nascimento e a falar da vida, das nossas vidas.
Dizia-lhe:
- Agora é que vou começar a trabalhar a sério.
- Agora é que vou saber realmente o que é pôr o meu nome na rua!
- Agora... agora é que vou mostrar bem a minha raça - acho que nem eu sei bem do que é que sou feita!
Numa semana tive de encontrar outras costureira, outras formas de cravar a marca e a numeração no couro e na pele de carneiro, tive de correr vezes sem conta para o fornecedor de tecidos porque as contas tinham falhado, tive de encontrar um fornecedor de peles, andei que nem uma louca a fazer contas (de cabeça e no papel) para não falhar com encomenda nenhuma. Uma semana intensa que começou no último golo daquele vinho branco de aromas florais.
Há uma semana que, ou vou jantar fora com amigos, ou como massa com o que houver no frigorífico (hoje comi massa de tinta de choco com natas, chalotas e tomate cherry! era o que havia mas não fica nada mal...). Não tenho tido tempo nem para tirar o verniz das unhas (o que vale é que é transparente) nem para escovar o pelo dos gatos (já nem falo em ter tempo para comprar a pipeta para as pulgas). Também se acabaram os sacos para o lixo (tenho improvisado com sacos de papel - pelo menos é mais ecológico). A bateria do telemóvel acaba sempre que estou fora de casa e o gigabite que tenho de net no telemóvel já esgotou (renova daqui a 2 dias, graças a deus!).
Difícil? Não! Mas é efectivamente um desafio impossível de contabilizar antes de começar a "andar".
Só agora é que percebi que criar uma marca é duma responsabilidade monstra. É fazer de tudo para não falhar nada nem desiludir ninguém. É procurar ajuda junto de quem sabe mais que nós - sim, porque eu sou designer de interiores e disso percebo eu. Criar uma marca de produtos é muito diferente. Para mim é começar tudo de novo, é criar e ganhar confiança no meio em que nos passamos a mover, é não haver tempo para questionar o quer que seja, é seguir um sonho e é estar preparada/o que a qualquer momento nos podem tirar o tapete - afinal, antes de seres amada vais com certeza ser uma ameaça para quem já cá anda.
Dizia-lhe:
- Agora é que vou começar a trabalhar a sério.
- Agora é que vou saber realmente o que é pôr o meu nome na rua!
- Agora... agora é que vou mostrar bem a minha raça - acho que nem eu sei bem do que é que sou feita!
Numa semana tive de encontrar outras costureira, outras formas de cravar a marca e a numeração no couro e na pele de carneiro, tive de correr vezes sem conta para o fornecedor de tecidos porque as contas tinham falhado, tive de encontrar um fornecedor de peles, andei que nem uma louca a fazer contas (de cabeça e no papel) para não falhar com encomenda nenhuma. Uma semana intensa que começou no último golo daquele vinho branco de aromas florais.
Há uma semana que, ou vou jantar fora com amigos, ou como massa com o que houver no frigorífico (hoje comi massa de tinta de choco com natas, chalotas e tomate cherry! era o que havia mas não fica nada mal...). Não tenho tido tempo nem para tirar o verniz das unhas (o que vale é que é transparente) nem para escovar o pelo dos gatos (já nem falo em ter tempo para comprar a pipeta para as pulgas). Também se acabaram os sacos para o lixo (tenho improvisado com sacos de papel - pelo menos é mais ecológico). A bateria do telemóvel acaba sempre que estou fora de casa e o gigabite que tenho de net no telemóvel já esgotou (renova daqui a 2 dias, graças a deus!).
Difícil? Não! Mas é efectivamente um desafio impossível de contabilizar antes de começar a "andar".
Só agora é que percebi que criar uma marca é duma responsabilidade monstra. É fazer de tudo para não falhar nada nem desiludir ninguém. É procurar ajuda junto de quem sabe mais que nós - sim, porque eu sou designer de interiores e disso percebo eu. Criar uma marca de produtos é muito diferente. Para mim é começar tudo de novo, é criar e ganhar confiança no meio em que nos passamos a mover, é não haver tempo para questionar o quer que seja, é seguir um sonho e é estar preparada/o que a qualquer momento nos podem tirar o tapete - afinal, antes de seres amada vais com certeza ser uma ameaça para quem já cá anda.
domingo, 5 de julho de 2015
Já não há volta a dar.
Há sensivelmente 9 meses que ando a trabalhar (on & off) neste projecto chamado TOMAZ, uma marca de acessórios que começa com uma linha de produtos para passear na cidade e na praia mas que quer verdadeiramente entrar casas adentro por este mundo fora.
Sendo mulher, mas sem saber o que é ser mãe, quase me atrevo a dizer que a TOMAZ é uma filha - agora que nasceu tem de ser nutrida todos os dias, aprender a falar e a andar sozinha, a lutar pela sua sobrevivência da forma mais natural e saúdavel possível. Também tenho de ter consciência que vai haver o dia que a TOMAZ vai seguir a sua vida sem mim, ou com menos interferência minha, para o bem ou para o mal.
No momento que pus a TOMAZ na rua, ou melhor, na internet para o mundo ver, senti as palavras invadirem-me o cérebro com uma força gigante em forma de subtítulo dizendo: Agora já não há volta para trás. There's no turning back, Eliana! É bom que dês absolutamente tudo o que tens e o que ainda vais aprender para que esta marca deixe realmente as marcas que tu idealizaste ainda ontem.
Aqui n'O Diário Duma Entrepreneur quero partilhar os melhores e piores momentos do meu dia-a-dia enquanto fundadora duma marca de produtos que ambicionam chegar a muitos cantos do mundo e fazer parte de muitas vidas, mas também inspirar muitas pessoas a fazer o mesmo e desmistificar que o sucesso são só vitórias.
Aqui n'O Diário Duma Entrepreneur quero partilhar os melhores e piores momentos do meu dia-a-dia enquanto fundadora duma marca de produtos que ambicionam chegar a muitos cantos do mundo e fazer parte de muitas vidas, mas também inspirar muitas pessoas a fazer o mesmo e desmistificar que o sucesso são só vitórias.
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